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07/12 Contos de NY: Village

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Se algum dia, por um acaso do destino, eu me mudar para Nova Iorque, esse será o bairro em que vou morar. Tá certo que eu primeiro preciso ganhar alguns milhões, mas isso é só um mero detalhe.

Estão lá melhores e menores restaurantes e as casas mais lindas que vi na passagem pela cidade. Tudo isso perto do rio, onde você consegue  até (pasmem) ver um belo pôr-do-sol.

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Destaque para o Little Owl, que tem o tão aclamado “melhor-hamburguer-da-cidade” e  nos ofereceu um belo almoço de Ação de Graças. (Pontos positivos para a bela atendente pin-up e para o iPod do dono, que tocava coisas beem legais).

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O lugar é mínimo, mas a história do hamburguer é real: nunca comi melhor nessa vida.

03/12 E voltamos com a nossa programação normal…

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Sim, eu sumi. Mas por um bom motivo: saí de férias. Foram  10 dias incríveis em Nova Iorque.

Nunca tinha visitado a cidade antes e confesso que senti um DDA agudo logo que cheguei. A melhor definição da sensação é: ok, agora já podemos ir embora. (Isso no primeiro dia.). Muita coisa para fazer, nenhum foco e a conclusão de que lá definitivamente não é o melhor lugar para ir se você pretende descansar (não era o meu caso).

Aguardem grande encheção de saco em posts, listas, fotos e tudo o mais a respeito aqui neste ex-abandonado blog.

19/11 Porque Woody Allen vale à pena

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Desde que a nossa amiga carioca Liv Brandão publicou o post falando sobre a início da mostra “A elegância de Woody Allen”no CCBB do Rio, eu já estava ansiosa para estreasse logo em São Paulo. Valeu à pena esperar, essa semana filmes como Manhattan, Vicky Cristina Barcelona e A rosa púrpura do Cairo já estão em cartaz no CCBB São Paulo e você pode conferir a programação por aqui.

Um dos meus filmes preferidos de Woody Allen é Manhattan. Uma das cenas finais mostra o diretor deitado em um sofá, com um gravador, quase em uma sessão de autoanálise, falando sobre o sentido da vida. Allen pergunta a si mesmo o que faz a vida valer à pena. E vai listando coisas como, Louis Armstrong, filmes suecos, Marlon Brando, as maçãs e pêras de Cézzane…

É possível encontrar esse tipo de questionamento em vários filmes do diretor, que são a razão principal de eu querer assistir todos os seus filmes, que agora estão em tela grande na programação do CCBB São Paulo.

Com isso em mente comecei a listar outros motivos que fazem a obra de Woody Allen valer à pena conseguir de cara listar os sete principais:

Diane Keaton – a atriz é linda (até hoje), talentosa, mestre na arte do improviso e conseguia todos os papéis legais, como Annie Hall ou Mary, em Manhattan.

Sua relação com a cidade – na filmografia do diretor/ator/roteirista a cidade é o agente principal. Há várias declarações de amor explícitas à Nova Iorque e às relações que se desenvolvem na cidade.

Relacionamentos – ex-mulheres, mulheres de amigos, namoradas mais jovens e toda espécie de tipos complicados são responsáveis pelos diálogos mais reais e (ainda assim) mais absurdos em vários filmes.

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Mães judias – Woody Allen não perde a chance de se auto-zoar quando o assunto é religião ou família. Quando sua mãe vai parar no céu em Contos de Nova Iorque e conta as coisas mais contrangedoras para todo mundo, temos o maior exemplo disso.

Passagens secretas – de novo me vem a cabeça Contos de Nova Iorque e também o mais recente Scoop, em que a caixa de um mágico teletransporta as pessoas para outras dimensões.

Improviso – os filmes são quase que uma simples conversa entre os atores.

Agora deixo para os leitores a pergunta: o que te faz gostar de Woody Allen?

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