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09/11 Corpo e Arte

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Zé Celso estará amanhã as 19:30h no CCBB São Paulo

Tem acontecido no CCBB São Paulo uma série de debates com o tema Corpo. É o projeto “Corpo em Aberto”, que tem como objetivo colocar em discussão a relação do corpo com temas como arte, gênero, cultura, moda ou sociedade.

Nessa terça (09/11/09) vai rolar a Mesa Corpo Arte, que colocará em questão as relações entre indivíduo e estética, discutindo de que forma se transpõem as fronteiras entre conceito, criação e sua aplicação prática.
Pode-se considerar que o final da década de 50, foi um período marcante na história da arte contemporânea.  Os artistas passavam por uma fase de reflexão, em que pensavam na “libertação” das obras de arte por meio da quebra com os formatos tradicionais da escultura ou do quadro.

Foi nesse contexto e tentando tirar um pouco da passividade do espectador, que o artista Helio Oiticica conseguiu desenvolver a idéia de sua obra mais conhecida: os parangolés. Dessa maneira, a arte só existiria se a pessoa entrasse na roupa e se movimentasse, utilizando seu próprio corpo como plataforma artística.

Para falar com mais propriedade sobre o assunto, o CCBB traz o dramaturgo José Celso Martinez Corrêa (ou simplesmente Zé Celso), grande personalidade da contracultura brasileira. Ele vivenciou o período de maior efervescência da arte nacional, participou de inúmeras montagens e criações coletivas nos anos 60, nas quais propunha uma interação constante entre vida e teatro.

Essa sem dúvida será uma discussão que vale à pena acompanhar.

Mesa Corpo Arte | 10 de novembro, terça-feira, às 19h30
Palestrante: José Celso Martinez Corrêa – dramaturgo e diretor teatral
Mediadores: Júlio Diniz – pesquisador e escritor; e Valéria Lamego – editora e jornalista

06/11 Você sabe o que é audiodescrição?

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Tudo bem, eu mesma não sabia até bem pouco tempo atrás.

Lembram desse post aqui, sobre a mostra Assim Vivemos do CCBB? Pois é, foi só aí que eu soube o que significa esse termo tão conhecido de quem é deficiente visual.

A audiodescrição é uma solução que permite que as pessoas cegas consigam “assistir” a filmes, cujas imagens são traduzidas em palavras.  A sala de cinema é equipada com fones sem fio pelos quais as cenas são descritas para quem não consegue enxergar. Não apenas os diálogos não narrados, mas tudo o que acontece na cena. Por exemplo: “Maria entrou na sala e olhou pela janela.”

Estima-se que no mundo haja 1,2 milhões de deficientes visuais. Agora, imagine que são 1,2 milhões de pessoas que nem ao menos podem ir ao cinema quando bem entenderem.  Tendo em vista levar cultura e qualidade de vida para essas pessoas, o CCBB promove desde 2004 o projeto Cinema Nacional Legendado e Audiodescrito, em que são exibidos filmes que acessíveis para pessoas com deficiência visual e auditiva.

Esse ano os filmes estão em cartaz aos sábados e domingos, às 11h e, em outubro rolou uma programação especial do mês da criança, em que foram exibidos O Guerreiro Didi e a Ninja Lili e Castelo Rá-tim-bum. Semana passada estive lá para conferir o filme A Mulher do Meu Amigo. Nesse final de semana, como encerramento do projeto, vai passar Meu Nome Não é Johnny.

Para quem não conseguir conferir os filmes da mostra, descobri que existe um site chamado Blindtube. Lá é espécie de Youtube da audiodescrição e há vários filminhos legais, todos com narração em português especial para quem é cego.  Vale conferir.

Projeto Cinema Nacional Legendado e Audiodescrito

De 10 de outubro a 8 de novembro
Sábados e domingos, às 11h

Entrada franca | Senhas distribuídas na bilheteria do teatro uma hora antes da sessão

05/11 Máicou, eles não ligam mais para nós

Sempre achei esse negócio de levar o Michael Jackson a sério uma babaquice sem tamanho. Não dá para insistir na conversa com quem fica ofendidinho quando o assunto são as piadas a respeito do cara. MJ era uma figura pública desde criança e, como toda figura pública, estava sujeito a todo tipo de comentário.

Se é para ficar aborrecido com todo comentário maldoso que surge a respeito do cantor, é melhor ficar de cara feia logo para o resto da vida porque não vai parar.

Máicou não liga mais para nós e você também não deveria ligar.

Fica a dica para os fãs desesperados, que até usavam mocassim com meia branca (ugh) só para ficar se sentirem mais próximos do rei.

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A outra dica é que semana passada rolou a pré-estréia de This is it, o tal documentário dos momentos finais de MJ.  É legal correr para assistir porque, pelo que consta nos autos, o filme vai ficar em cartaz no cinemas de São Paulo só mais uma semana.

Fui lá conferir e tive só três novas constatações (que Michael Jackson era foda não vale, porque isso todo mundo já sabe):

1)      Quero voltar dançando na próxima encarnação.

2)      A Xuxa, o Roberto Carlos e o MJ poderiam ter casado e vivido felizes para sempre.

3)      A Balmain devia pagar royalties eternos para os Jackson

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